terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
Não é a maneira como o teu sorriso me conquista, nem a maneira como os teus lábios quando tocam nos meus me fazes arrepiar. As noites passam, as lágrimas afogam a minha cara e a dor no meu peito fica cada vez maior. Não me consigo ajudar a mim própria porque o meu amor és tu. E tu, e só tu és capaz de curar esta dor. Eles falam e os meus ouvidos ficam moucos. Dizem que tu nunca foste verdade. Mas não importa o que dizem, eu vou amar-te de qualquer maneira. O que podemos fazer quando o amor é verdadeiro?quinta-feira, 28 de abril de 2011

Quando amamos alguém não precisamos de ter a preocupação de seguir as regras ou de estar atentos se estamos a fazer figuras ridículas. O que realmente é ridículo é não aproveitar a oportunidade de viver o melhor tempo das nossas vidas. O verdadeiro amor, é ridículo, inconveniente, consumidor. E quando amamos e somos amados pela primeira vez, não queremos outra coisa.
Eu ouvi, não sei como mas eu ouvi. Estás ai do outro lado da ponte a tornar os teus sonhos realidade. A receberes coisas que eu nunca fui capaz de te dar. Não fiques com esse olhar constrangido por me veres aqui, não é como se estivesses a cometer algo de errado. Só seguiste em frente. Se me dói? Muito. Estava á espera que quando me visses, te apercebesses que para mim ainda não esta acabado. Nunca ouviste dizer que o que mais custa é seguir… Eu tento, tento com muita força. Mas simplesmente não existe outro “tal” como tu. Ainda me lembro de quando dizias que por vezes o amor dura, e outras simplesmente não dá. E o tempo voa, e ainda ontem estava aconchegada nos teus braços e hoje procuro os braços de outro.sábado, 9 de abril de 2011
Tento esquecer-te. Deixei de falar de ti e de dizer o teu nome, deixei de o desenhar no espelho da casa de banho, quando o vapor inunda todas as superfícies. Em vez disso, tenho o coração embaciado de dúvidas e o olhar desfocado pelo absurdo do teu silêncio continuado, o olhar de quem aprende a adaptar-se a uma luz desconhecida, a uma nova realidade.
Ainda me lembro de todas as tardes, a olhar para os teus olhos, a derreter no teu sorriso, a amar a tua voz. Todas as palavras que soltavas junto ao meu ouvido, para que apenas eu e tu soubéssemos. Eu estremecia, eu sorria, eu vivia feliz. Eu recordo o bater acelerado do teu coração junto ao meu, foi quando disseste que me amavas. Eu fiquei sem ar, as minhas mãos suaram ainda mais, os meu joelhos descaíram. Os meus olhos sorriram para ti, apenas para ti. E prometes-te que nunca me deixavas. Espera! Então porque que te foste embora? Porque que soltas-te os teus braços do meu corpo, porque desenrolas-te a tua língua da minha, porque que eu já não sinto o teu cheiro perto de mim. Tu partis-te a sorrir, a dizer que me amavas mais ainda do que me tinhas amado no primeiro dia, e nunca mais voltas-te. E agora ali estava eu despejada no meu do chão, á tua espera horas afim. Houve alguém que disse que tu não ias voltar, mas eu ignorei não quis acreditar. Mas agora sei, que quebras-te a tua promessa e quebras-te também o meu coração. Deixaste-me aqui sem saber o que deva fazer, sem força na voz para te chamar. Eu nunca pensei que teríamos um último beijo.
Quando sinto o mundo a girar, quando os teus lábios provam os meus, e o teu cheiro me tira a respiração sem me sufocar, eu ganho todas as certezas. Confronto-me a mim mesma que me voltei a apaixonar por alguém. Voltei a ouvir aquela música provocada por o bater acelerado do meu coração, voltei a sentir as misteriosas “borboletas” a esvoaçarem pelo interior da minha barriga. É isto estar-se apaixonado! Mas se algo corre mal, não sobra nada. Senão pedaços de um coração. Como pode desaparecer tão rapidamente esta beleza? “A vida é veloz; faz-nos ir do céu ao inferno numa questão de segundos.” quarta-feira, 6 de abril de 2011
Já passou algum tempo desde que falamos, desde que nos apercebemos que não seria o mesmo com o teu coração partido e o meu cheio de dor. Não entendo como chegamos aqui, vamos regressar , recuar no tempo naquele tempo em que tudo era perfeito. Porque que os primeiros tempos são sempre os melhores, se é nessa altura que mal nos conhecemos ? Naqueles tempos em que as tuas mãos escorregavam sobre as minhas e a tua lingua envolvia a minha. Para onde foi tudo o que vivemos ? Voltar atrás antes de tudo ter dado errado, antes do pior nos ter inundado, antes dos nossos corações se partirem e decidirem amar de novo, antes que seja tarde. Colocamos as alegrias ao lado da dor sem muito a perder, mas muito a ganhar. Estás-me a ouvir? Porque eu não quero perder. Pensávamos que nunca iria acabar, e eu tatuei o teu nome no meu coração.
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Eu vou dizer-te o que é o verdadeiro amor não é aquele que vemos nos filmes Tu sabes o que eu quero dizer? E eu estou a dizer-te, o verdadeiro amor é sacrifício O amor é altruísta, não egoísta. O amor é paciente, o amor é bondoso. Não se irrita, não guarda erros. O Amor nunca falha, o amor é eterno!
quarta-feira, 9 de março de 2011

Não era tão amarga, a vida seria mais fácil. Era só preciso ter a certeza que era isso que desejavas que me querias e esperavas horas sem fim, com toda a vontade e determinação do mundo. Saber que quando chegasse junto a ti as regras do jogo não tinham mudado de uma hora para a outra e sem razão nenhuma. Não custa nada ser romântico como nos filmes, não achas?
Mas os filmes estam muito longe da realidade. " Os filmes nunca contam o que acontece depois.". Começa com um sms de uma rapariga qualquer, as desconfianças e a promessa que foi um erro, e
é desculpado. Outro sms, outra discussão o homem já não reage com tanta segurança apenas diz que nos ama. Mais um sms, e ficamos caladas fingimos que não vimos, pode ser que ele diga que já não nos ama e que somos livres de partir.
Não, os filmes não contam isso, acabam antes da realidade começar.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Era a primeira vez que a pergunta se tinha tornado tão clara. Talvez fosse por todo o silêncio que nos rodeava, ou simplesmente por vir dos teus lábios enquanto mergulhavas o teu olhar dentro de mim. E, eu não achei sombra onde me esconder. Não fugia á dor da resposta apenas tentava diminui-la como se tapasse algum buraco no chão mal feito.
Não questionava a minha resposta porque há uma serie de coisas das quais estou certa. Como o nascer e depois morrer, como partir e chegar. E depois isto.
Não questionava a minha resposta porque há uma serie de coisas das quais estou certa. Como o nascer e depois morrer, como partir e chegar. E depois isto.
“Ninguém conhece as suas mãos, só talvez a dos outros.”. E eu conheci as tuas de trás para a frente e sabia que se não arranjasse coragem para a resposta. Mais tarde eu e tu nos voltaríamos a encontrar na mesma situação.
Levantei a cabeça e confortei-me no silêncio dos nossos corações.
Levantei a cabeça e confortei-me no silêncio dos nossos corações.
Parece ser mais um daqueles perfeitos momentos, em que mergulho de tal forma numa fantasia que começa a perecer real. Talvez deve-se apagar esta fantasia da minha cabeça, mas não estou a conseguir. Pelo contrário apetece-me agarra este momento de fantasia, não quero nem posso deixa-lo fugir. Sei bem a facilidade como as coisas nos podem ser tiradas. Na realidade os meus últimos tempos têm – se resumido a perder coisas. As coisas tornam-se tão frágeis e difíceis de ter quando se é como eu. Quase nada é permanente. sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
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